A importância do uso de EPI para construção civil

PARA COMEÇAR, VAMOS ESCLARECER O QUE É EPI?

A sigla EPI significa Equipamento de Proteção Individual, e é todo produto ou dispositivo de uso individual utilizado pelo trabalhador, para protegê-lo contra acidentes de trabalho.

O uso do EPI é obrigatório em serviços em que o colaborador fica exposto a algum tipo de risco à saúde. Assim sendo, podemos lembrar do setor da construção civil e atividades operacionais de fábricas. Portanto, o EPI não é uma recomendação. De acordo com a Norma Regulamentadora nº 6 (NR 6), a empresa tem a obrigação de fornecer gratuitamente aos funcionários, os equipamentos apropriados para a execução das atividades nas seguintes situações:

– Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção
contra os riscos de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais;
– Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;
– Para atender situações de emergência.

 

PARA QUE SERVE O EPI?

Serve para oferecer segurança durante o trabalho e é um item essencial para preservar a saúde dos colaboradores. Esses itens também visam minimizar as chances de que os colaboradores desenvolvam alguma complicação ou doença ocupacional que prejudique o seu bem-estar.

 

Principais benefícios do EPI:

1. Segurança para os colaboradores: assegurar e preservar a saúde dos trabalhadores.
2. Aumento da produtividade: Sem os equipamentos adequados, o profissional realiza determinadas atividades com mais cuidado, pensando na sua proteção. Portanto, os materiais corretos e úteis garantirão uma melhor execução do serviço.
3. Adequação às Normas Regulamentadoras: Fornecer os EPIs é uma obrigação das empresas, assegurando que a organização está cumprindo com as Normas Regulamentadoras.
4. Fortalecer a imagem da empresa: o cumprimento de boas práticas são bem vistas no mercado, valorizando a imagem da empresa com o público geral e favorecendo uma busca por investimentos e parcerias.

 

Quais são os principais tipos de EPI?

1. Capacete de segurança: protege contra eventuais quedas de objetos sobre uma das partes corporais mais críticas: a cabeça. Riscos da não utilização: impactos em obstáculos, quedas de materiais e ferramentas e choques elétricos.

2. Óculos de proteção: protege os olhos do colaborador durante a realização de atividades nocivas à sua visão.
Riscos da não utilização: perfuração da córnea decorrente de projeção de partículas, queimadura de retina decorrente de radiação ultravioleta e/ou infravermelha, conjuntivite aguda decorrente de luminosidade intensa e cegueira decorrente de respingos de produtos químicos.

3. Luvas de segurança: são utilizadas para o manuseio seguro de equipamentos e ferramentas a fim de evitar lesões.
Riscos da não utilização: materiais cortantes, agentes químicos e corrosivos, perfurações e abrasões, lascas e farpas de madeira e choques elétricos.

4. Cinturões de segurança: na construção civil é recomendado para profissionais que trabalham em altura e, segundo a NR 35, é considerado obrigatório para alturas superiores a 2 metros do piso, como atividades em andaimes, escadas e plataformas suspensas. Riscos da não utilização: riscos de morte proveniente de quedas, lesões irreversíveis decorrentes de impactos, choques com outros objetos e/ou estruturas.

5. Máscaras e respiradores: para amenizar ou evitar a inalação de partículas do cimento, evitando prejudicar o sistema respiratório do funcionário. Tipos de máscaras e respiradores:
– descartáveis: uso único;
– de manutenção: usadas mais vezes devido à possibilidade de substituição dos cartuchos;
– autônomos (facial total): protegem toda a face e são indicados para ambientes com alto nível de exposição aos contaminantes.

6. Protetores auditivos: a NR 15 determina o uso obrigatório de protetores auriculares para preservar o sistema auditivo dos funcionários. Riscos da não utilização: aumento do estresse e da irritabilidade, perda momentânea de audição por conta de ruídos fortes e frequentes, danos irreversíveis no tímpano, causando surdez, déficit de atenção, distúrbios neurais, pressão arterial e problemas cardiovasculares.

7. Calçados: são utilizados para dar maior aderência e conforto aos pés, e protegê-los contra diversos riscos e situações durante as atividades laborais. Riscos da não utilização: abrasões, agentes térmicos provenientes de altas ou baixas temperaturas, cortes, choques elétricos, escoriações, escorregões, quedas de materiais sobre os pés, respingos de produtos químicos, perfurações e umidade.

 

Contar com toda a experiência e controle de qualidade de uma construtora é a melhor opção. Entre em contato com a equipe da RV Construtora.

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CATEGORIA